Associação de Autores e Compositores do Paraná (cooperativa)

Associação de Autores e Compositores do Paraná

Projetos culturais pela lei de incentivo a cultura

Notas

Associação de Autores e compositores do Paraná

 

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Criado por Alquimides Daera 29 Jun 2009 at 21:34. Atualizado pela última vez por Alquimides Daera 8. Out, 2009.

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 Geraldo Vandré

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Criado por Alquimides Daera 23 Maio 2009 at 23:30. Atualizado pela última vez por Alquimides Daera 18. Jun, 2009.

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Membros

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Associação de Autores e Compositores do Paraná (cooperativa)

Torna-se evidente que o ensino universitário deveria ater-se à devolução para a comunidade de graduandos os mais preparados. Para que esse mister se concretize, haveria a necessidade não só das disciplinas essencialmente musicais e de outras áreas, devidamente assimiladas, como da busca ao auxílio de princípios utilizados pela psicologia. Ajudar os graduandos a encontrarem desde o ingresso - quando a dúvida se apresenta um impasse - o caminho o qual melhor poderão trilhar: instrumental, teórico, regência ou composição; esclarecer a dificuldade frente à realidade dicotômica musical absurda em que se vive no Brasil; desviá-los, se possível, da audição do canto das sereias representado pelo ingresso precoce e promissor em orquestras, com o fim único de obtenção de um salário, mas que se torna o motivo do desvio ao aprofundamento; estimulá-los a obterem bolsa e seguirem estudos fora do Brasil, onde o aperfeiçoar se verificará sob níveis de acirrada competição, essas as fundamentais outras obrigações professorais. Associação de autores e compositores do Paraná (cooperativa) se tornou uma fonte obrigatória de visitas e pesquisa para quem deseja navegar pelo maravilhoso mundo encantado da música. Toda essa paixão e envolvimento com o universo musical ponto de partida para uma grande novidade para o mercado. A partir de agora, a experiência da nossa equipe é colocada a serviço de empresas, entidades ou pessoas físicas, por meio de três áreas de atuação: PRODUÇÃO MUSICAL
Planeja e organiza tudo, levando o melhor da música para o seu evento, sempre respeitando as suas necessidades.
SERVIÇOS
Planejamento e orçamento de shows (solos, duos, trios, quartetos, etc)
Escolha e contratação de músicos, técnicos, equipamentos de som e iluminação
Acompanhamento de um produtor musical no local da apresentação.
PRODUTOS
Shows em congressos, feiras e seminários
Eventos particulares (aniversários, bodas e homenagens)
A Cooperativa coloca toda a sua expertise à disposição dos realizadores de festivais e encontros musicais. disponibiliza aos seus clientes um catálogo com os melhores músicos e cantores, técnicos especializados em som e iluminação, todos experientes na realização de eventos.
Divulga o seu evento utilizando-se de um completo mix de comunicação, composto de banners, newsletters, e-mail marketing, artigos especiais na seção Notícias e em Agenda, e muito mais. Assim, seu evento ganha maior visibilidade, tornando-se um grande sucesso.

autoresecompositores@yahoo.com.br
83-88896640

Associação de Autores e Compositores do Paraná (cooperativa)

Associação de autores e Compositores do paraná (cooperativa) amplia e estimular a produção e o consumo de arte e cultura. Não só como desenvolvimento intelectual do saber mas como conjunto de valores e costumes considerados fatores sociais de fundamental importância para reforçar a identidade da produção, contribuindo para a construção da cidadania, destacando o Estado da Paraiba como um "Pólo Cultural" um local interessante de se viver e de concentrar Investimentos. OBJETIVO ESPECÍFICO DISSEMINANDO CULTURA
* Formular e executar a política cultural do município;
*Promover e apoiar projetos artísticos e culturais que
possam atuar de forma articuladora para fortalecer as
manifestações e forma de expressão popular;
* Investir em projetos e ações que criarão uma relação
mais próxima e harmoniosa integrando arte, produção cultural, iniciativa privada, autoridades publicas e a sociedade civil;
* Estabelecer uma relação viva e interdisciplinar com outras cooperativas ações relacionadas à cultura, que é um bem de todos
* Democratização da informação,
* Disseminação do conhecimento de valores artísticos e culturais da cidade,
* Respeito no trato com a população,
* A produção cultural,
* O artista e sua arte.
CULTURA, PARA QUEM?
O programa de ação Cultura das Artes tem o objetivo de criar, em todas as áreas de atuação da Secretaria, atividades que primem pelo incentivo ao prazer de pensar e ao de descobrir, considerando-os alimentos indispensáveis à sobrevivência da fantasia, da alegria e da vontade de viver, além de atuarem como verdadeiros antídotos contra a chamada "Cultura de violência".
Os projetos estarão voltados para o aumento da capacidade crítica da população em geral, sem nenhum preconceito de ordem religiosa, étnica ou social, e para a elevação do sentimento de auto-estima do artísta, ou seja, de pertencimento à cidade, ao bairro e ao grupo social.
Uma das maiores prioridades será a de implementar ações voltadas para a disseminação do conhecimento e do reconhecimento publico dos valores artísticos, históricos naturais, culturais, documentais de Campina Grande com abrangência para ampla faixa etária buscando atingir a vários seguimentos sociais.
BENEFICIOS
* Geração de empregos
* Diversificação da economia
* Aumento da capacidade crítica
* Melhoria da Qualidade de vida
* Valorização da cultura local
* Proteção e preservação do patrimônio Histórico,
Artístico, Cultural, Natural e Documental
* Valorização da imagem da cidade diante da opinião pública
* Elevação do sentimento de auto-estima
* Construção da cidadania.

Rede de Associações de Autores e Compositores (COOPERATIVAS)

www.autores.ning.com
www.autoral.ning.com
www.compositor.ning.com
www.amacom.ning.com
www.musicais.ning.com
www.cearart.ning.com

Alquimides Daera

Geralmente a indicação e o currículo são as melhores referências. Produtores são versáteis, mas cada estilo pede um especialista. O que fazer para produzir? Óbvio que muita estrada e muita música. Saber timbre, saber tecnologia, ter psicologia, saber o que não deve fazer... O produtor pode participar da estruturação das músicas. Mas opinar na composição é um território perigoso para o ego dos músicos. Não é fácil mudar um Riff ou dizer que o solo de guitarra está fora do contexto. Mas é importante para ambos: saber dizer e saber ouvir. O produtor deve ter conhecimento de áudio, microfonação, acústica e eletrônica. Quando falamos de conhecimento, não é saber tudo ou dominar o estúdio inteiro. Basta saber o básico e ter iniciativa para estar sempre pesquisando e estudando. Os cursos de áudio são importantes, a experimentação também e os instintos mais ainda.
Como é pago um produtor? Por hora, por período, por música ou fechando um pacote. Alguns cobram acrescentando os royalties sobre a vendagem.

Pré produção

- Afinação
Regular os instrumentos para obter boa entonação dos mesmos. Procurar variar as tonalidades das músicas.
- Estar presente nos ensaios.
Observar acentuação, andamento e interpretação.
- Mudar tudo que tenha se tornado um hábito ou vício como:
ordem de músicas, sala de ensaio (eventualmente experimentar outras sala ) e timbre dos instrumentos.
- Gravar as músicas para analisar o conteúdo global.
Pode ser um gravador portátil multi pistas, um computador com software de gravação ou uma mesa digital(workstation). O importante é a qualidade sonora, mais a dinâmica das músicas.
- Fazer a banda tocar o instrumental sem o vocal.
- Fazer eventualmente voz e violão ( isso "aumenta" o alcance vocal).
- Forçar a banda a tocar com click eletrônico ou metrônomo.
- Antes da gravação, nos ensaios derradeiros, limpar o som tirando efeitos como delay e reverb. Fazer a banda tocar com um som mais básico e simples.
- Listar todo o equipamento para a gravação e procurar checar tudo com boa antecedência.
- Procurar e mostrar trabalhos musicais de outras bandas com sons similares ou baseados no mesmo conceito para analisar seu próprio trabalho.
- Promover atividades fora do contexto musical para descontrair os músicos.

Hoje em dia, a pré produção é o melhor caminho para chegar seguro no estúdio, principalmente para gravar. Chegando consciente e fazendo o trabalho render bem mais. Imaginar que muita coisa mudou de tempos em tempos, mas que cada vez mais, surgem novos caminhos e novos protagonistas.

O Estúdio

Tanto para gravar o CD demo ou o CD oficial. Há envolvimento de pré produção. No caso de um CD demo, é importante porque será como um cartão de visita, uma apresentação do trabalho. Não importa a quantidade de músicas, é um resumo do que a banda faz e é capaz de fazer. Se essa amostra estiver mal produzida provavelmente não despertará interesse algum.
Geralmente o produtor tem um estúdio preferencial. Mas o bom profissional não escolhe muito, ou seja, trabalha em qualquer situação e tem a capacidade de se moldar rapidamente. O mínimo de condição técnica é desejável, mas saber trabalhar em condições adversas estimula a criatividade e o senso de improvisação.

O que o estúdio tem que oferecer? Equipamentos, periféricos, microfones, salas, técnicos qualificados e bom ambiente. O cu$to é importante. Fazer um pacote é muito comum, mas nem sempre é legal fechar um preço fixo sem levar o tempo em consideração. Ou fixar um valor por quantidade de músicas. Provavelmente, vai virar correria em detrimento da qualidade sonora. Pagar por hora pode soar dispendioso, mas entrar no estúdio com uma pré produção bem feita, na maioria das vezes é mais ligeiro e sem "stress" para todos.

Os Instrumentos

O segredo está na regulagem e no ajuste tonal. No início o produtor deve começar analisando o tipo de instrumento com o estilo musical. Para haver compatibilidade em relação a timbre. Mas por outro lado, fugir do padrão pode ser arrojado, ou não. Comprometendo todo o trabalho.

Antes de entrar no estúdio para gravar, cada instrumento deve estar bem ajustado com a "pegada" do músico. Isso significa conforto na execução do instrumento. Nada de cordas velhas, peles de bateria arregaçadas, cabos podres de baixa qualidade e mau contato na parte elétrica do instrumento. Levar o equipamento antes da gravação para um luthier ou técnico é tão importante quanto respirar. A timbragem pode ser feita antes da gravação, aliás é detalhe muito importante. Muitos guitarristas timbram durante a gravação. Mas basta chegar com um padrão definido. O equipamento deve ser sempre timbrado em volume real. É importante trabalhar as texturas sonoras. Discriminar o que vai ser grave, médio ou agudo. Como serão utilizados os timbres dentro de um estilo e conceito. Ao produtor cabe mapear cada ajuste e questionar timbres e texturas sonoras.
Amplificadores O grande lance é levar o que a banda precisa. Nem todo estúdio tem equipamento adequado para cada estilo. Uma banda de heavy metal precisa de cabeçotes e caixas grandes para gravar bases pesadas e encorpadas. Para os solos, amplificadores pequenos são melhores em termos de definição. Mas normalmente a mistura dos dois tipos é mais legal na hora da mixagem. Na impossibilidade de levar vários tipos, nada melhor que levar um simulador de amps. Outro segredo é na hora de microfonar a caixa. Aliás, saber posicionar um microfone é a arte da experimentação.
O que é Qualidade de som.
Há mais de cem anos, ou mais precisamente desde 1877, quando Thomas Alva Edison (1847-1931) inventou o Tin Foil Phonograph, a gravação do som é possível. De lá para cá, muita coisa mudou, é verdade. Mudou tanto que perdemos a noção do que é bom ou ruim em som. É só imaginar que quando Edison inventou o Tin Foil Phonograph, isso era o que havia de melhor na época, e possivelmente tinha gente falando que era igual ao som de uma orquestra.
Cem anos depois, ainda estávamos usando praticamente o mesmo sistema de gravação: um sistema mecânico que modificava o relevo de uma superfície de acordo com a modulações do som. Em meados dos anos 70, já usávamos gravação digital e finalizávamos do mesmo modo mecânico de antes. Só nos anos 80 começamos a usar um sistema de gravação e reprodução totalmente digital. No primeiro instante, foi como se tivesse sido inventada a oitava maravilha. Depois, muita gente começou a falar que som digital não estava com nada, que bom mesmo era uma boa gravação analógica porque tinha um som mais "gordo". Aí, todo mundo começou a gravar em sistemas analógicos, mesmo sabendo que o nível de distorção era bem maior que o do sistema digital. Todos adoravam "ouvir" o achatamento por compressão de fita.
Depois, numa procura maior por "ANALOGAR" o som digital, foram introduzidos equipamentos valvulados (compressores, equalizadores e até simuladores de distorção) e a essa altura a qualidade já tinha sido esquecida. Todos estavam, na verdade, à procura do som CULTURALMENTE conhecido e sacramentado, aceito por todo mundo como "bom". Não podíamos simplesmente esquecer mais de cem anos de aculturamento de som analógico de um dia para o outro. (Não tenho nada contra a tentativa de deixar o som mais quente ou analógico, ou qualquer adjetivo que queiram usar. N. do A.)
Tudo isso me faz ficar pensando no por quê de agora estar todo mundo numa corrida desenfreada atrás de sistemas 24-bits @ 96Khz. De repente, o velho sistema de 16-bits @ 44.1Khz ficou ruim como todo sistema que antecede um mais novo. Comparando-se a tecnologia de 16-bits @ 44.1Khz com os velhos, e também bons, gravadores analógicos de 2 polegadas e 24 Ch, o primeiro, além de uma maior dinâmica e uma resposta mais plana, tem também uma melhor relação sinal/ruído que o segundo. O hoje ruim sistema de 16-bits @ 44.1Khz pode trabalhar com dinâmica maior que 93db e, uma relação sinal/ruído de 96db. Na maioria das músicas contidas num CD hoje, a dinâmica fica em torno de 4db, e para tal utilização, esse sistema "ruim" é mais que suficiente. Se temos uma faixa de utilização de apenas 4db, usar um sistema com 93db para achatar para 4db é no mínimo estranho.
Isso parece ser, na verdade, mais um dos sintomas da loucura contemporânea de estarmos sempre atrás de uma nova "moda" e não de um som realmente bom. Volto a insistir que o que nós procuramos é o nostálgico e agradável achatamento por compressão de fita e todas as distorções de que gostamos, e não um real aprimoramento técnico. Sei que vão perguntar sobre os harmônicos que são perdidos num sistema de 16-bits @ 44.1Khz. Agora, imaginemos uma real situação com todos os problemas de conexão entre os equipamentos, o grande número de problemas mecânicos e os adicionados pela fita em um gravador. O que é que acontece com esses harmônicos? É verdade que no tempo dos gravadores analógicos tínhamos uma maior riqueza e também uma maior distorção harmônica na gravação. Embora apenas a maior extensão de gravação no sistema analógico não seja o que há de melhor. Todo mundo sabe que um bom gravador analógico grava praticamente até 30Khz, mas isso não é tudo. Sempre que entramos em discussão sobre Analógico/Digital, esse passa a ser o ponto mais importante da conversa. Sempre esquecemos de falar, por exemplo, da "linearidade" dos gravadores analógicos, que é bem discutível. E as fitas, que sempre são diferentes entre um lote e outro? Nem tudo no terreno analógico é uma maravilha técnica, além da resposta não ser muito linear e da velocidade ser também longe de estável se comparado ao digital. Mas esse é o árduo mundo ANALÓGICO de que tanto gostamos.
Então, qual é a vantagem de se usar um sistema cujo maior atrativo é uma dinâmica que ninguém quer ouvir? Uma resposta plana até 48Khz para ser reproduzido em equipamentos que no máximo chegam à 18Khz? Rádios FM com seus compressores medonhos e resposta limitada em 15Khz? Vamos mais uma vez utilizar apenas 4db de dinâmica em equipamentos que podem exceder 110db, isso para se conseguir "aquele som" mais quente? E depois, também colocaremos um simulador de distorção para engordar o som? Temos que ter em mente que a qualidade tão "buscada" é diretamente proporcional à qualidade do equipamento que antecede o sistema mais sofisticado além do sistema de reprodução e mais todas as conexões entre eles. Não adianta só colocar um gravador com qualidade 24-bits @ 96Khz e, ao mesmo tempo ter uma mesa de baixo custo e qualidade duvidosa, ou aquele pré comprado em kit e que um "amigo" montou para você. Quanto melhor a qualidade do equipamento, melhor também tem que ser a sala de gravação e os instrumentos eletrônicos e elétricos. Lembre-se que com maior qualidade sonora é mais fácil de se notar os erros e deslizes na gravação. Erros tão cometidos hoje em dia provavelmente por falta de colspaz.panhecimento de uma geração demasiadamente acomodada pela facilidade aparente que as novas tecnologias, e os novos boatos, proporcionam.
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